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Stalingrado, 12 de Dezembro de 1989

“Fica tranqüilo com sua família querido, vou pessoalmente mandar alguém para Stalingrado estuprar sua mãe e suas filhas”.

Destruindo Vidas…

Numa casa familiar em Stalingrado, á noite, as paredes gemem, um homem sai de dentro da casa para fumar, observar do lado de fora sem nenhum pudor de esconder a AK dependurada meio para dentro do capote, ele olha para a casa escutando os gemidos e gritos do lado de dentro da casa, ele olha para a rua, solta uma baforada, pisca seus alhos azuis e grita:
“Klaus! Vai logo! Larga essa putinha ae e vamos embora!”

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Então, parece que os contos estão bem! :) Pra quem ainda não viu temos um catalogo dos contos no menu superior com todos os Contos e os links para cada um deles! Aproveitem!

Os dias se passavam num tempo incompreensível! Não tínhamos relógios, não tínhamos a luz do sol, nem se quer por uma fresta! A comida aparecia nos quartos mais não havia sinais de que outras pessoas alem dos estranhos que ali estavam.

Depois de algum tempo todos já conversavam, excerto o jovem moreno que vivia a dormir, só acordava para comer. Outro dia ele disse algo enquanto dormia algo como “Oi, tem alguém ai?” agente não respondeu, e ele também não falou mais nada!

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Dezembro de 1989, proximidades de Volgogrado.

“Café da manhã, duas cebolas picadas, pão de centeio e leite de cabra”

O maldito inverno arrancava a pele de todo e qualquer desgraçado que ousava sair aos ventos congelantes do inverno russo, nenhum ser vivo poderia andar com todo aquele frio. Mas Tolinsk estava lá, dentro de um caminhão indo para o meio do nada bem cedo perto de uma estação da malha ferroviária. O aquecedor do caminhão estava quase quebrando, mas isso não foi problema para eles. Aquilo era um comboio de 4 caminhões se aproximando da estação por entre a tempestade. Ao seu lado estavam os rapazes empregados no “negócio” da família, que escondiam pro debaixo dos chapéus e dos capotes um desejo insano de estar em outro lugar naquela segunda-feira de manhã. Enquanto aqueles caras tremiam Tolinsk se preocupava em apenas acender o cigarro, não passam nem dois minutos com os rapazes tentando se aquecer com os baldes de água quente dentro dos caminhões e eles haviam chegado, e tinham que sair com o tempo muito ruim. Tolinsk sai primeiro, segura o cigarro, sopra a fumaça e olha para sua esquerda fazendo algum tipo de sinal, apressa os outros e caminham na neve até um amontoado de caixas e pacotes ao lado dos trilhos onde havia já um trem á partir. A locomotiva, com a caldeira já funcionando tinha vários homens, talvez operários, por perto para se aquecer no ferro quente.Tolinsk se dirige para um senhor ao lado das caixas em frente aos vagões junto de mais uns gangsteres. “Como vai Ivan!” – Já fala Tolinsk – “O carregamento está pronto?”

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Com o advento das férias e conseqüentemente de meu primo (Filipe) que está “igual ou pior” no vício deste esporte. É, muitos dias, contando as horas, contando cada moço que batia no portão e não era o “Carinha do Sedex”. Contando segundos para poder sentir que está jogando sua solitária bola de couro para outra luva viva, e não para uma parede, céu ou mãos limpas de quem não joga este jogo. Mas no fim, a espera foi recompensada, não querendo romantizar, mas já terminando de lascar isso com emoção… é como se eu sempre gostasse deste jogo, mas não o conhecesse como deveria, até o meu jeito no futebol, o que eu buscava nos esportes, o que eu tentava fazer jogando no gol, era no fundo o que eu achei no beisebol, é incrível. E acabou que não foi uma decepção, nem algo de ruim saber disso, que eu poderia ter conhecido este esporte mais cedo. Pois o que eu aprendi jogando os outros, coisas que eu não jogaria se já conhecesse o beisebol. Foram, são e vão ser muito úteis.

O vôlei é legal, um dos melhores esportes que existem, trabalho de equipe sem contato. Mas o beisebol vence no sentido que qualquer um joga independente da idade assim como no vôlei e na variedade de habilidades que você vai buscando ou ganhando quando você joga beisebol.

O futebol de salão é ótimo, trabalha a resistência, agilidade e força além do espírito de equipe. Jogar no gol por tanto tempo me foi importante, mas nada substitui as jogadas, arremessos, acrobacias e movimentos do beisebol. Todo esporte tem o seu lugar.

Enfim, já puxei demais o saco de algo que brasileiro não joga? Haha? Para quem não sabe. Isso é só o começo. ;D

Avatar

Depois fenômeno Titanic, James Cameron volta com o filme “Avatar”. O filme que vai ser iniciado no circuito brasileiro dia 18 teve uma das maiores (Talvez a maior!) produções, com cerca de 500 milhões de dolares investidos!  Um breve resumo segundo Débora Miranda, do G1:

Humanos x Na’vi

Na história, Jake Sully (Sam Worthington) é um ex-fuzileiro naval de cadeira de rodas que, com a morte de seu irmão gêmeo cientista, ganha a chance de entrar em seu lugar num projeto em que ele vinha trabalhando. Jake embarca então para Pandora, local onde pesquisadores encontraram um minério raro, que pode ser a chave para solucionar a crise energética na Terra. Como a atmosfera do planeta é tóxica aos humanos, criou-se o Projeto Avatar, em que humanos têm suas consciências projetadas em outros corpos, os tais avatares, com as características físicas dos Na’vi, os habitantes do planeta Pandora.

A sensação de poder andar, correr e se movimentar livremente de novo fazem com que Jake se embrenhe rapidamente mata adentro, deparando-se com as tão ameaçadoras quanto mágicas espécies que vivem ali. Lá ele também conhece Neytiri (Zoë Saldana), que se encantará pela coragem do ex-fuzileiro e abrirá portas para que ele conheça bem a região que os humanos pretendem em breve devastar, além dos hábitos de seus moradores. Jake passa a ser então a principal fonte de informação para os pesquisadores e militares, que se preparam para expulsar os Na’vis de sua terra, já que a tribo vive exatamente em cima da maior concentração do minério existente no planeta.”

Abraço do Coringa! :D

Fernanda Adler {Buffy + Dexter} diz:
*crepusculo nao é história de vampiro
*é uma variação dos livros ‘meu primeiro amor’ + aventura sessão da tarde
Com toda certeza, essa é a melhor definição da obra! Beijo Fernanda!

Bom, voltemos! Segunda parte do meu conto. Para quem ainda não leu a primeira só clicar aqui! :) Boa Leitura!

A luz ficou forte, e se movia rapidamente, me deixando mais tonto do que já estava. Tentei colocar a mão sobre os olhos, mais ela não se movia, estava atada! Comecei a voltar a ter mais sentidos e percebi que não eram as luzes que se moviam, mas sim eu que estava sendo levado sobre alguma maca ou coisa do gênero! Havia pessoas em minha volta. E as pessoas moviam a boca, mas não conseguia ouvir nada.

As luzes acabaram e o movimento da maca cessou. De repente outra luz mais forte surgiu no meu olho direito, e depois no esquerdo. Ela se apagou e senti meus braços sendo solto, uma pontada no braço direito e as pessoas próximas se afastaram. Mais uma vez, cai no sono!

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Bom pessoal, pela primeira vez fui ao teatro! A peça era “O MITO” um grupo de teatro aqui da cidade apresentou, o elenco da peça era cerca de 10 pessoas (sim, não me recordo bem!) a trama se passava num bairo “estilo favela” comandado pelo firme Creonte, pai de Amanda uma jovem mimada pelo pai que esta de casamento marcado com o Sambista ‘dono’ do Sucesso “Gota D’agua”  o Jasão!

Jasão nos seus 30 anos já tinha tido 10 anos de história com a humilde (E MACUMBEIRA) Joana, com quem tinha 2 filhos. Joana vivia para os filhos e já estava cansada da vida dificil tinha como “amigas” sua “anjinha” Cora mas a sua “diabinha” (que eu esqueci o nome!), que ficavam dando palpite na vida de Joana!

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Moscou, Inverno de 1988

“Finalmente voltei à Moscou irmão, me encontre na estação central da cidade as catorze horas”

O velho Ulano se prepara para buscar o irmão Caspian na estação. Depois de ler o telegrama da uma olhada em seu relógio de bolso, ainda eram treze e quarenta e dois da tarde, mas ele não queria se atrasar, ele se levanta da poltrona, toma um gole de café, deixa seu óculos de leitura na escrivaninha e veste o capote juntamente de seu chapéu, o tempo está frio. Verifica suas coisas dentro dos bolsos do casaco, como de costume, tudo onde deveria estar, logo depois ele sai vagarosamente do apartamento, fecha e tranca a porta, desce devagar a escada com aquele barulhinho do molho de chaves se debatendo dentro do bolso, tilintar à tilintar, passo à passo. Logo depois ele sai do que parece ser um discreto e barato hotel na cidade, ele anda pela calçada até o carro, no chão esturricado pela fina neve que cai. Ele entra no carro, mete a chave na ignição dentro daquele frio e rústico carro soviético . A neve mesmo que pouca, suja todo o para brisas, Ulano se esforça para limpar isso esticando o braço para fora do carro, pois nem os limpadores arrancam aquilo.

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Venho falando a tempos para o Will que iria posta meu conto, mas como podem perceber rsrs eu não o fiz, provavelmente posso não ter internet até o ano que vem, então casa isso venha acontecer deixo este conto para vocês, Feliz Natal e Ano Novo a TODOS!

Tive um projeto com a Secretaria de Ciências e Tecnologia do Estado do Tocantins sobre contos, mas meu tutor deixou de ter contato comigo (sumiu do mapa), então para concluir o projeto criei um conto para a semana nacional de ciência e tecnologia, embora não tenha nada a ver com ciência, e muito menos com tecnologia rsrs.

Este conto na verdade se baseia no prólogo do meu livro ainda em desenvolvimento. A trama é ainda mais misteriosa e intensante que o conto eu garanto rsrs, uma amiga me disse que eu faço jogo com o enredo, não acredito nisso, embora tive que mudar o final 4 vezes para que alguns entendessem um certo personagem rsrs. Bom ai vai O Abraço da Morte!

Ps.:Esse não é o título do livro rsrs.
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